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Saiba mais

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Ainda hoje a AIDS traz ao ser humano duas questões centrais de sua existência: A SEXUALIDADE e a MORTE. Diante deste contexto, para que haja prevenção, enfatiza-se a importância do ser humano estar compreendendo o conceito de sexualidade, e conseqüentemente como esta se desenvolve em cada pessoa. Proporcionando também conhecer algumas definições que estão diretamente relacionados com o desenvolvimento da sexualidade.
O primeiro e principal encontro é da pessoa para si mesma, conhecendo seu corpo por fora, seu funcionamento biológico e reconhecendo suas emoções.

 

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SEXUALIDADE

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A Organização Mundial de Saúde define: “A sexualidade humana forma parte integral da personalidade de cada um. É uma necessidade básica e um aspecto do ser humano que não pode ser separado de outros aspectos da vida”.
A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, ações e integrações e portanto a saúde física e mental. Se a saúde é um direito humano fundamental, a saúde sexual também deveria ser considerada como direito humano básico.
A saúde mental é a integração dos aspectos sociais somáticos, intelectuais e emocionais de maneira tal que influenciem positivamente a personalidade, a capacidade de comunicação com outras pessoas e o amor.

 

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ORGANISMO

 

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É o conjunto de órgãos que formam um ser vivo, se referindo aos aspectos herdado e constitucional, à infra-estrutura básica biológica dos seres humanos. CORPO Matriz da sexualidade, corpo diz respeito às possibilidades de apropriação subjetiva de toda a experiência na interação com o meio. É o organismo atravessado pela inteligência e o desejo.

 

AUTO-ESTIMA

 

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É a maneira pela qual uma pessoa se sente em relação a si mesmo. É o juízo geral que faz de si mesmo – quanto gosta de sua própria pessoa. PARA ELEVAR A AUTO – ESTIMA É PRECISO – Autoconhecimento, manter o diálogo interno; – Gostar da imagem refletida no espelho, aspecto físico; – Identificar as qualidades e não só os defeitos; O QUE DIMINUI A AUTO – ESTIMA – Crítica e autocrítica; – Culpa; Frustração; Vergonha; Inveja; Medo; Raiva; Timidez; Insegurança – Rejeição; Carência; Humilhação

 

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SEXO SEGURO

 

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Representa uma prática sexual, envolvida de um conjunto de cuidados e habilidades que cada pessoa desenvolve para evitar atividades que representam riscos indesejados. Sendo que diversas práticas sexuais seguras permitem desfrutar a sexualidade de forma criativa e prazerosa.

Relação sexual e revelação da condição sorológica: Somente nas relações sexuais sem preservativos e quando compartilharem as mesmas seringas, deverão revelar que são portadores de HIV. Assim, em relações eventuais, com uso de preservativos, não há obrigação de informar o parceiro sexual. Para efeito de casamento a pessoa com HIV deve informar sua condição sorológica.

 

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Os trabalhadores que lidam com alimentos, pessoas que trabalham em creches, profissionais da área de saúde, empregados domésticos, não têm obrigação de informar que são soropositivas. Quando o médico pode violar o sigilo profissional O sigilo profissional podendo ser violado em 03 casos:

 

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Exemplos de DEVER LEGAL para a violação do sigilo são os casos de notificação de doença compulsória, como a AIDS, onde o médico deve informar a autoridade competente os dados do paciente, para efeitos de controle epidemiológico.

 

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A JUSTA CAUSA caracteriza-se quando houver possibilidade de prejuízo a saúde de outra pessoa. No caso de marido soropositivo que mantém relação sexual sem preservativo e se negue informar sua esposa ou companheira, poderá o médico violar o sigilo profissional, por justa causa. Ou quando o PACIENTE AUTORIZAR o médico poderá violar o sigilo profissional. O que acontece quando um profissional da área de saúde revela o fato de uma pessoa ser soropositiva No caso das pessoas soropositivas a intimidade tem uma importância ainda maior em razão da discriminação que vem atingindo essas pessoas.

 

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A violação de sigilo profissional, exceto nos casos de justa causa, dever legal e autorização do paciente é crime, viola a ética profissional e gera direito de indenização pelos danos causados. O sigilo profissional deve ser mantido após a morte do paciente, quando o profissional for prestar depoimento em Juízo e ainda quando o fato for público e notório. É crime realizar o teste anti-HIV sem o conhecimento do paciente Todo o procedimento médico somente pode ser realizado com o esclarecimento e consentimento prévio das pessoas, em face ao direito de dispor sobre seu próprio corpo.

 

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Caracteriza o crime de constrangimento ilegal, a realização de teste anti-HIV, sem o consentimento da pessoa ou do responsável legal, salvo se justificada por iminente perigo de vida. A testagem anti-HIV é obrigatória em alguns casos: Em doadores de sangue, hemoderivados, bancos de esperma e doadores de órgãos, mesmo que a testagem seja obrigatória as pessoas devem ter a informação que os exames estão sendo realizados. Em todos os demais casos a testagem é sempre voluntária.

Por que alguém fica dependente de drogas? O que determina se alguém ficará viciado ou não dependente de drogas é o desejo de continuar “experimentando”. Cada droga apresenta um índice conhecido como PODER VICIANTE DA DROGA. No caso da maconha existe um poder viciante de 50%; da cocaína, de 80%; do crack, da heroína e da morfina há um poder maior que 80%.

 

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É preciso considerar ainda que 14% da população em geral é suscetível a algum vício. Se somarmos o poder viciante da droga com o FATOR VICIÁVEL da pessoa, dificilmente esta escapará ao vício, se experimentar drogas viciantes. É difícil parar de usar drogas Sobretudo para os usuários de drogas, que criaram forte dependência física, pois ao parar de usa-las, sofrem a síndrome de abstinência.

 

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Os usuários que já apresentaram a síndrome de abstinência acabam usando a droga não mais pelo vício, mas porque não suportam o sofrimento causado pela falta dela. As drogas que criam dependência psicológica também provocam sofrimento ao indivíduo que quer deixa-las. Somente 10% das pessoas dependentes de drogas conseguem parar totalmente de usar.

 

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Mas isso não significa que se desligou delas, mesmo que tenha parado de usar, tem de lutar todos os dias contra seu desejo, pois se experimentar outra vez, rapidamente voltará a seu vício.

 

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